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Portugal

Uma história de violência Uma história de violência

A quem pretende contestar a austeridade não se exige menos do que o respeito incondicional pelas regras do jogo, o repúdio da violência e a garantia de que se indignará de modo inequivocamente pacífico. Por Ricardo Noronha Leia mais

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André Barata, o que falta ainda responder André Barata, o que falta ainda responder

A rejeição da lógica produtivista passa por uma luta que advogue formas democráticas e horizontais de organização dos hospitais e postos de saúde, das escolas e de quaisquer outros serviços públicosPor Passa Palavra
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Sobre suspiros, ilusões e ingenuidade: ping-pong com André Barata Sobre suspiros, ilusões e ingenuidade: ping-pong com André Barata

Como não é frequente uma discussão política feita em termos correctos e objectivos, vamos juntar mais uma peça a este saudável debatePor Passa Palavra

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Brasil

A esquerda mal educada A esquerda mal educada

Tudo que podemos fazer agora é tatear, experimentar, ensaiar, errar de forma nova, ganhar erros novos. Essa foi uma das lições da luta dos secundaristas para a esquerda. Por Pablo Polese  Leia mais

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Um edital imbatível? Um edital imbatível?

Foi a luta, contra as Organizações Sociais, que tornou as questões técnicas e jurídicas problemas políticos para o governo do Estado. Por Passa Palavra

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Rebelião do público-alvo? Luta nas Fábricas de Cultura Rebelião do público-alvo? Luta nas Fábricas de Cultura

Com a ocupação o mecanismo de pacificação entrou em curto-circuito. Ao tomar o controle os aprendizes ultrapassaram o limite da liberdade permitida e fizeram exatamente o que não podiam fazer: colocaram em questão as estruturas de poder dentro da Fábrica.  Por Dany, Caio, Léo e Taiguara

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Mundo

Fight for $15 e a Mcdonaldização dos sindicatos nos EUA: (III) Informe sobre um ato ocorrido na Flórida Fight for $15 e a Mcdonaldização dos sindicatos nos EUA: (III) Informe sobre um ato ocorrido na Flórida

Havia uma grande quantidade de energia entre os trabalhadores e outros apoiadores, e parecia que as pessoas estavam prontas para usar táticas mais intensas, mas em vez disso nós mantivemos as coisas num nível mais simbólico. Por Shallah Baso

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Fight for $15 e a Mcdonaldização dos sindicatos nos EUA: (II) As greves de 2014 e 2015 Fight for $15 e a Mcdonaldização dos sindicatos nos EUA: (II) As greves de 2014 e 2015

De ações mais ou menos teatrais que buscam chamar a atenção da mídia, o movimento passou a empregar a ação direta, a força e a arma da classe trabalhadora por excelência: a greve. Por

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Fight for $15 e a Mcdonaldização dos sindicatos nos EUA: (I) Lutar vale US$15 por hora Fight for $15 e a Mcdonaldização dos sindicatos nos EUA: (I) Lutar vale US$15 por hora

“Quando brigamos, nós vencemos!”. Por Elia Gran e John Tarleton  Leia mais

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Cultura

Cartas Estudantis – 5ª carta de Helo a Arthur Cartas Estudantis – 5ª carta de Helo a Arthur

Os cenários políticos, invariáveis no tempo e no espaço, mantêm-se fechados como num tempo que está suspenso. Por Helo

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Cartas estudantis – 4ª Carta de Arthur a Helo Cartas estudantis – 4ª Carta de Arthur a Helo

O dilaceramento entre objetividade e subjetividade que se apresenta resolvido na transformação radical enquanto negação. Por Arthur

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Cartas Estudantis – A conversão de Heloísa Cartas Estudantis – A conversão de Heloísa

Senti perfeitamente a transformação operando em meu ser. Um marco de separação entre dois tempos; um que foi e um que será. Um corte na vida. Por Heloisa

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Idéias & Debates

O Coletivismo (Parte 2) O Coletivismo (Parte 2)

O simples exemplo basta para nos colocar a par da realidade: não são as disposições legislativas que fazem transformar, mas os fatos por eles mesmos. Por Adhemar Schwitzguébel
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O Coletivismo (Parte 1) O Coletivismo (Parte 1)

Se estudarmos as aspirações da classe que a lógica dos fatos chama ao governo da Revolução social, nós poderemos induzir que o princípio da Comuna livre e da livre federação das comunas terminará por ser o princípio político do proletariado. Por Adhemar Schwitzguébel Leia mais

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Controlar os trabalhadores (II) As empresas são aparelhos de poder Controlar os trabalhadores (II) As empresas são aparelhos de poder

A difusão das formas eletrônicas de fiscalização vieram acompanhadas de um crescimento do setor de segurança privada. Se no passado os seguranças atuavam apenas no interior das empresas, hoje o alvo se estendeu dos trabalhadores para o público em geral. Por Pablo Polese

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Controlar os trabalhadores (I) A fusão entre trabalho, lazer e vigilância Controlar os trabalhadores (I) A fusão entre trabalho, lazer e vigilância

Os capitalistas aproveitam o tempo de lazer dos trabalhadores para lhes prolongar o tempo de formação sem comprometer a duração da jornada de trabalho. Por Pablo Polese

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A experiência dos Comitês de Fábrica na Revolução Russa (III) A experiência dos Comitês de Fábrica na Revolução Russa (III)

De fato, o capitalismo de Estado de Lênin, com a adição de uma pitada decorativa de controle operário, estava atrás da luta dos trabalhadores. Por M. R. Jones Leia mais

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